Prestigio de Wagner viabiliza construção de trecho da BR 235, diz César Borges

Apesar das atenções dos holofotes apontarem na direção do senador César Borges e do governador Jaques Wagner, nesta quinta-feira (10), ao menos para os moradores da região norte, a grande notícia é o investimento de R$ 104 milhões na construção de trecho de 74 km de extensão da BR 235.

Com a presença do baiano e secretário do Ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, o governador baiano assinou juntamente com os secretários Juliano Matos, Walter Pinheiro, Afonso Florence, João leão e o testemunho do senador César Borges, a ordem de serviço que autoriza a realização das obras de implantação e pavimentação da BR-235, que atravessa os municípios de Coronel João Sá, Pedro Alexandre, Jeremoabo, Euclides da Cunha, Uauá, Curaçá, Juazeiro, Casa Nova, Remanso e Campo Alegre de Lourdes, até a divisa com o Piauí.

Para o senador César Borges, o prestigio do governador baiano junto ao presidente Lula colaborou muito para a realização desta empreitada, que atende uma antiga demanda de municípios da região. “A construção desta estrada é um débito antigo do estado com esses municípios”, assinalou o senador baiano, que registrou para o testemunho dos presentes, que apesar da presença dele gerar muitas especulações no plano eleitoral, celebra este momento suprapartidário pelo bem dos baianos.

Já Wagner, ressaltou que a riqueza da democracia é a pluralidade, pormenorizando as possíveis interpretações em volta deste gesto de respeito republicano as relações políticas do senador e voltando as atenções de todos aos investimentos que estão sendo aplicados na malha rodoviária baiana. “Apesar de essas estradas terem sido estadualizadas, houve um esforço para o incentivo do governo federal. A rodovia devolve aos produtores da região a possibilidade do escoamento do pólo agroindustrial de Juazeiro, a cebola de Casa Nova, a atividade turística de Paulo Afonso, ideais para a prática de esportes radicais ou a ovinocultura em Remanso, além das culturas de milho, feijão e mandioca, disseminadas em toda a região”, explicou Wagner.

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